Star Wars: O Despertar da Força

Atualizado em 28 de dezembro de 2015

Desde a estreia na segunda quinzena de dezembro de 2015, ‘Star Wars: O Despertar da Força’ (‘Star Wars: The Force Awakens’, 2015) levou milhares de fãs e espectadores aos cinemas de todo o mundo. O filme já bateu recorde de bilheteria de estreia: arrecadou US$ 528 milhões US$ 1 bilhão, superando – mais cedo do que esperavam seus produtores – ‘Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros’. Eu o assisti na data de estreia dele no Brasil (18 de dezembro) e gostaria de compartilhar com vocês algumas impressões.

Não cabe aqui contar como é a história, mas a trama ocorre após a queda do Império e o surgimento da Primeira Ordem, que querem dar continuidade ao legado de Darth Vader. O Episódio VII se concentra na busca da Primeira Ordem e da Resistência pelo paradeiro de Luke Skywalker.

O trabalho da Resistência – liderado pela general Leia Organa – ganha o reforço tanto de antigos conhecidos do público, como Han Solo, Chewbacca e os simpáticos R2-D2 e C-3PO; assim como de novos personagens, como o piloto Poe Dameron (Oscar Isaac), o stormtrooper insurgente Finn (John Boyega), do pequeno robô BB-8 – que pelo que li, seria o projeto original do R2-D2 – e da catadora de destroços Rey (Daisy Ridley). Aliás, o grande destaque da nova etapa de ‘Star Wars’ é exatamente à sofisticada interpretação de Daisy Ridley, que surgiu como a nova heroína da saga, com origem bem parecida à de Anakin Skywalker.

Divulgação

Daisy Ridley no papel de Rey e BB-8. Foto: Divulgação

O público é presenteado também pela volta de Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford aos papéis que os consagraram. ‘O Despertar da Força’ tem o grande mérito de levar o público mais jovem – que se acostumou a acompanhar pela televisão a trama lançada entre o fim da Década de 70 e início de 80 – ao cinema e acertou no desafio de apresentar uma nova história, preservando a tradição e mantendo o equilíbrio entre a alta tecnologia – inclusive em terceira dimensão (3D), embora eu tenha preferido assistir mesmo em 2D – e a linguagem característica de ‘Star Wars’.

Agora, é esperar a próxima aventura da saga. E que a força esteja conosco.

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